18 setembro 2010

1822



Para meu trabalho de conclusão da pós, pedi pela net um livro sobre Projetos Pedagógicos (mas não é sobre este que quero falar). Aproveitando a oportunidade, pedi outro, afinal não ia permitir que o entregador chegasse aqui com um livrinho só, ?? Que desculpa...
A verdade é que eu estava muito curiosa para ler este outro livro:
1822, de Laurentino Gomes.
No início de 2008, fizemos um grande projeto na escola onde trabalhamos sobre os 200 anos da chegada da família real, como fonte de pesquisa, li seu outro livro, 1808.
Me encantei pela maneira fácil que ele descreve os acontecimentos da História do Brasil, dava gosto! Quando ouvi falar que ele estava lançando sua continuação, não perdi tempo!
Na "orelha" do livro consta alguns depoimentos, vou destacar o de Mônica Rector (professora ph.D, da Universidade da Califórnia, EUA) o que o define muito bem:


" Uma forma leve e divertida de estudar história, sem sofrimento"


1880, li e recomendo!
1822 vou começar agora, depois conto!!

Próxima aquisição: D. LEOPOLDINA - CARTAS DE UMA IMPERATRIZ

http://www.entrelinhas.info/livro-d-leopoldina-cartas-de-uma-imperatriz/

1808


14 setembro 2010

Escola

Uma escola de qualidade

Uma escola de qualidade sabe de onde veio e para onde vai. Conhece bem a sua história e seu futuro. Traça metas e objetivos. Planeja e se organiza. Tem seu Projeto Político Pedagógico bem elaborado e construído por todos.


Uma escola de qualidade é aquela onde há respeito entre todos os segmentos: alunos, professores, responsáveis e direção. Nela todos os profissionais podem trabalhar com autonomia a partir de uma gestão democrática. Todos são ouvidos, as questões são discutidas e resolvidas.


Numa escola de qualidade, os alunos são felizes! Cada aprendizado é uma descoberta, ele tem prazer em estar ali! Os momentos vivenciados ficarão sempre em sua mente. Os professores são valorizados, recebem salários dignos e amam o que fazem.


Numa escola de qualidade, há uma linha filosófica definida, refletindo numa prática pedagógica ativa, onde os alunos são autores de seus processos através da interação com o outro. A avaliação é contínua e baseada naquilo que o aluno consegue fazer, observando suas capacidades e talentos.


Uma escola de qualidade seria uma escola ideal a meu ver. Uma escola que vai além dos muros, uma escola que forma cidadãos éticos e críticos.


Por Dayse Malagole

Coordenação











Dez atribuições que um

Coordenador Pedagógico deve ter:

  1. Liderar o grupo na construção do Projeto Político Pedagógico. É o Coordenador que delimita as ações, estimula o grupo, abre novas perspectivas, ajuda a definir a linha de trabalho.
  2. Liderar o grupo na construção dos Projetos Pedagógicos Anuais, Projetos Individuais e todo planejamento feito na unidade escolar, ele é responsável por esta organização.
  3. Auxiliar o professor na execução de tais projetos, levando sugestões, novidades e soluções.
  4. Apresentar aos responsáveis a linha pedagógica da escola e como ela é desenvolvida.
  5. Estar atento aos diários de classe, relatórios redigidos pelos professores.
  6. Estar atento aos prazos, colaborar com o professor para a conclusão das atividades de forma coerente e satisfatória.
  7. Receber os responsáveis, tirar dúvidas, resolver pequenos conflitos, sempre buscando o bem estar de todos.
  8. Acompanhar a avaliação da aprendizagem dos educandos, auxiliando o professor nesta tarefa.
  9. Colaborar na busca de estratégias para trazer a família à escola.
  10. Manter o corpo docente sempre atualizado, levando textos de estudo, reflexões, dinâmicas que promovam uma formação continuada.
Três qualidades do Coordenador Pedagógico:

  1. Criatividade – Ele deve sempre trazer novas idéias, estar bem informado e atualizado tanto com o que acontece no mundo, quanto as novidades tecnológicas.
  2. Bom relacionamento interpessoal – O Coordenador deve ter um bom relacionamento com todos, ser imparcial em alguma questão onde haja divergências no grupo. Deve buscar sempre a união.
  3. “Jogo de cintura” – Existem situações onde o Coordenador deve, ou atuar de forma decisiva, buscando a melhor maneira de solucionar problemas.

Por Dayse Malagole

28 agosto 2010

Fábula

A Fábula do Rato


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.


Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!

A galinha disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: - O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.

E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.

O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos.


Autor desconhecido