17 outubro 2009

Palavra Cantada, difícil não se apaixonar por suas músicas.
Os músicos Sandra Peres e Paulo Tatit, fazem música infantil de qualidade.
"A gente sempre foi a favor de tratar a criança com respeito, inteligência e fazer uma música que a gente gostava com humor, com poesia."
Sandra Peres


Realmente, deveria ser: "Palavra Encantada"!
http://www.palavracantada.com.br/final/index.aspx
"São trilhares de estrelas e eu nem sabia
Que estão lá no céu até mesmo de dia
Como pode o céu ter tanta estrela?
Como pode? Parece um mar de areia..."



Ciranda
Palavra Cantada
Deixa de manha de noite e de dia
Toda criança diz que tudo é seu
Hei, menino! Hei, menina!
Larga disso, lagartixa
Que nessa ciranda o mundo inteiro é meu, é seu, é meu, é seu...
Como uma vez tinha um tatu bolinha

Mais outra vez nasceu um monte de grãos
Mais o amigo, mais a prima, o colega, a vizinha
E nessa ciranda o tatu bolinha virou bolão, balão, bolão, balão...
E nessa ciranda o mundo inteiro é meu, é seu, é meu, é seu...E nessa ciranda o tatu bolinha virou bolão, balão, bolão, balão...


"...Brincadeira, choradeira, Pra quem vive uma vida inteira,
mentirinha,falsidade, Pra quem vive só pela metade..."

08 outubro 2009

Recebi este e-mail de uma colega e não pude deixar de postar aqui!! Confesso que não conhecia a origem de algumas expressões.

APRENDA CORRETO.


E a gente pensa que repete corretamente os 'ditos populares'.... Dicas do Prof. Pasquale.

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' "Minha grande dúvida na infância... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"O correto é: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'

'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
O correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'

Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.'"Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar!"
O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).Isso quando se jogava os cristãos aos leões
'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore) -
'Quem não tem cão, caça com gato.O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!'
Alguém já comeu pé de moleque, essa vem de São João Del Rei.As escravas faziam o doce de amendoim e colocava em bandejas na janela pra secar, passavam os moleques e roubavam o doce ainda quente, as escravas gritavam, "não precisa roubar, "Pede Moleque".


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Só a Língua Portuguesa permite textos como este:

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português Autoria desconhecida Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Por profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. - Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? - Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei. Ora, pois, pois...
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Especial É o aluno
– e o aprendizado da leitura?

Cesário Alvim Pereira FilhoFormado pela UFES, Mestre em Língua Espanholas e Literaturas Hispânicas pela UFRJ,Professor da Cesat e do Curso de Línguas para a Comunidade da UFES
Há bolo podre no reino da Dinamarca, ou melhor, no Brasil. Supõe-se que o aluno vá pegar o livro que goste e irá ler. Mas isto de fato é verdade? Lamentavelmente, vivemos 'os brasis' das suposições. Supõe-se que o aluno aprendeu, supõe-se que ele leu, e supõe-se que...Enfim, suposições sem fim.Ainda hoje, no Ensino Fundamental e Médio, como é que se trabalha a leitura? Sempre que ouço alguém comentar que pediu aos alunos um resumo de uma leitura, imediatamente pergunto: Você tem por hábito ensinar de fato o que é um resumo, as etapas as quais devem ser obedecidas e respeitadas para se fazer um resumo? Sempre ouço: não. Isto é muito sério, não se pode pedir aquilo que não foi ensinado. "Não brincamos de aprender, mas podemos até aprender brincando". Fazer resumo não é tarefa fácil. Mas tem gente que acha que resumir é resumir. E no ensino, todos sabemos que não há e nunca funciona o tanto faz.Culpo as escolas? não. Culpo os professores? também não. Apenas culpo a incoerência.Certa vez, conversei com alguém que me perguntou: Você acha que o ensino de língua materna é especial? Eu disse que não é, especial é o aluno, porque ele como elemento social tem um compromisso de devolver ao meio aquilo que realmente aprende(u) na escola. Mas se não aprende, irá devolver o quê à comunidade?Chateia-me ainda ouvir algumas pessoas falarem algo do tipo: dá um texto para estimular os alunos. Por acaso texto é comprimido? Texto é estimulante tão somente?Texto é algo sério. Aluno tem que gostar, sim, do texto que lê. É bom gostar do que se faz. No entanto, só gostamos daquilo que conhecemos. E o aluno sabe o que é ler? Quando alguém me diz que não gosta de música erudita, me pergunto será que ele já ouviu toda a obra de Bach? Ouvir apenas a introdução das Quatro estações de Vivaldi, não diz em nada que alguém seja um amante de música clássica.Ler, enquanto ou como exercício de aprendizagem, também é feito na sala de aula. Acredito que não se passa o envolvimento com a leitura somente pelo simples fato de gostar ou não. Nós, alunos, temos que ler. Necessitamos ler.Ler não é obrigação, ler é um exercício da cidadania. Ler é compromisso pessoal. Não se lê somente o que se gosta, não se trabalha somente onde se gosta, não se estuda exclusivamente na escola que se gostaria... Nem sempre moramos na cidade que gostamos, mas temos que procurar fazer o melhor com aquilo que está ao nosso alcance.Já imaginou se o professor de Faculdade não trabalhar com Drummond porque o aluno simplesmente não gosta? Ou então o aluno não querer ler Chomsky ou Sausurre porque não "acha legal" ou sentencie: não gosto. A pergunta é: acaso o aluno conhece bem e a fundo a idéia dos autores? É inconcebível que isto exista ou venha a existir em nosso ensino porque há leituras que são necessárias: ler é preciso, assim como disse o poeta que navegar é preciso.Também não se vai enfiar goela abaixo do aluno Machado de Assis, porque ele tem que ler Machado, por ler. Entretanto, acredito que há algumas leituras que têm que ser ou que são obrigatórias na formação curricular do estudante. Respeitar o gosto do aluno obedece a um limite desde que esse gosto não atrapalhe, ameace ou impeça repassar a cultura — não uma cultura em que não se reflita sobre o que se lê, mas uma cultura de sala de aula em que se lê para conhecer e discutir o universo social e cultural que nos cerca. Portanto, há autores fundamentais para se compreender nossa bela e vasta cultura, nossa tão querida história, uma vez que se compreende a finalidade da escola, em que se situa a leitura, como sendo também a manutenção e a perpetuação da cultura.Diante das manchetes de jornal, do quadro de que "mais da metade dos estudantes brasileiros não compreende o que lê", permanece a pergunta: a culpa é do aluno? Ah! se alguém disser isto, então voltamos ao paraíso?! O aluno é o Adão e a aluna é a Eva? E quem é a cobra?A busca de soluções é a saída mais sensata para todos nós, mas há aqueles que ainda preferem unicamente uma saidera. Pessoalmente, gosto muito da afirmação de Frank Smith: "Não há nada de especial na leitura, a não ser tudo que nos possibilita fazer. O poder que a leitura proporciona é enorme, não somente por dar acesso a pessoas distantes e possivelmente mortas há muito, mas também por permitir o ingresso em mundos que, de outro modo, não seriam experimentados, que, de outro modo, não existiriam. A leitura permite-nos manipular o próprio tempo, envolvemo-nos em idéias ou acontecimentos em uma proporção e em uma seqüência de nossa própria escolha. Não possuímos este poder quando escutamos alguém falar, ou quando vemos um filme."
Dobras da Leitura
Ano V - N.º 23 - jan.fev.mar. 2005

04 outubro 2009


Sempre Ziraldo!!
Na aula do dia 1º de outubro no curso que faço, FNLIJ/SME 2009 Leitura, Literatura e formação de leitores, aprendemos mais sobre Ziraldo. Me chamou atenção o texto trabalhado, um fragmento da palestra "Uma visão do que é educar" proferida em Uberaba em 17/ 03/ 1997. Sempre amei Ziraldo, agora mais ainda, pois seu pensamento se parece muito com o meu e não poderia deixar de compartilhar aqui.
Com uma simplicidade incrível ele define, a meu ver, a tão falada e pouco entendida MEDIAÇÃO proposta por Vygotsky e mostra o que a escola não deve fazer.
Te amo Ziraldo!!!

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Em termos bastante práticos, o que tenho proposto, por todo Brasil onde vou, é esta a minha teoria: no ensino básico, acabou de alfabetizar o menino, já entra com o livrinho e faz logo a festa do primeiro livro (que é como a festa da primeira comunhão), para ela sacralizar o livro. A mãe chora, a família toda emocionada, filmam, o menino recebe, nesse momento o primeiro livro. No primeiro ano, começa como se apaixonar pelo mais belo objeto que o ser humano já inventou. Leva o menino pra ver o livro, conversa com ele sobre o livro; não manda interpretar, não pergunta quem é o protagonista, não faz categoria,. Menino não precisa saber o que é pro-ta-go-nis-ta - uma palavra toda desdobrada, cheia de significados, ele não tem que usar a palavra protagonista, tem é que ser feliz.

Convencionou-se que aos 7 anos a criança deve ser alfabetizada. A escola recebe a criança em fase de alfabetização, e começa a ajudá-la a odiar o livro, odiar ler, porque começa a transpormar o livro em dever, ler em dever, quando ler deve ser prazer. Minha escola ideal é a seguinte, no primeiro dia de aula é a festa do livro, e todo dia um livro. O menino não vai ter espaço fora do livro, pra poder gostar. Gostar do cheiro deste objeto. Você não pode dar tempo pra ele não gostar. Criança tem tempo pra tudo. O dia do menino rende que é uma desgraça. Ele vai ter tempo pra tudo mais, e lê lá na escola; se gostar leva pra casa pra acabar de ler. Nos quatro anos entre os 7 e 9-10 anos, a criança deve aprender apenas a gostar de ler e as quatro operações, a noção de fração. Só. Só isso. A escola completamente o problema da formação e prepara pra educação formal (não é preparar para a matéria). Agora no gostar de ler ela vai aprender a respeitar o amigo, respeitar o colega, respeitar pai e mãe, chegar na hora. Quer dizer, vai ser preparada para viver fora de casa; isso não é matéria curricular. O próprio livro que o menino vai ler e o filme que vai ver, pra conversar sobre, estarão despertando a sua curiosidade pro mundo. A informação, o menino está louco para organizá-la na cabeça, mas não precisa afobar, a razão vai ajudá-lo a organizar. Vai sendo estimulado a ler - e aprendendo todas as coisas - e a ser informado; daí a pouco ele vai ter que ter método na escola, horário, guardar os cadernos, mas tudo isso como coisa suplementar.

As crianças vão aprender a ler, lidar com o livro de história, contar e ouvir histórias. A professora lê até certo ponto, dá o livro pra uma ler o final, para todos ouvirem. Leva o contador de histórias na sala. Na Inglaterra tem um programa de televisão em que a mulher senta num banco e diz: " vou contar pra vocês uma história". E fica 40 minutos contando uma história, sem um movimento de câmera, sem som, sem música; esse é o programa de maior audiência na Inglaterra hoje. Contador de história dá de 10 a 0 na televisão, dá de 1000 a 0. Você tem que fazer uma coisa lúdica na escola. Toda criança quer aprender a ler. Por que ela não gosta de ler, se toda criança quer aprender a ler? Fica louca para aprender a ler. Quando ela descobre a mágica o segredo da leitura, como é que é o mecanismo, você olha pra cara dela e está assim: "Meu Deus, então é isso?". E é uma felicidade! No dia seguinte, a escola começa a transformar esse prazer num terror. O erro esté na viradada pré-escola e alfabetização pra escola formal. A escola consegue infernar a vida do menino no primário, porque vira dever. Não tem que ficar forçando cabeça de criança não. É isso que eu quero dizer: o mmenino volta feliz da escola, porque todo menino quer ir pra escola; então não é a criança que é a culpada. Quem é que é culpada? É a escola. Sendo assim, tem que mudar a escola.

Tem uma anedota ótima, que diz que um sujeito morreu, na Idade Média, num hospital cheio de cadaver amontoado, pesta negra. Pá! Morreu. Morreu e acordou 400 anos depois na UTI; tudo branco, bem equipado, um outro morreu numa fábrica de carroça. Estava lá o carroção, as rodas...E, 400 anos depois, acordou e viu um Mercedes Benz. Morreu um terceiro. Na sala de aula. E, pá! Acordou e falou assim: "Oh! Olha eu aqui".

02 outubro 2009


Nós vencemos!!
Agora é arregaçar as mangas e fazer uma OLIMPÍADA maravilhosa, a maior de todos os tempos!!
Rio de Janeiro, você merece e apesar de todos os problemas, continua liiiiindo!!



Delírio dos Mortais


Djavan
Rio,

Podem dizer o que quiser
Mas o xodó do povo
É o Rio
Casa do samba e do amor
Do Redentor
Louvado seja o Rio,
Rio
Pra delírio dos mortais
Pedras monumentais
Combinaram aqui
Um encontro colossal
E contorno de beleza igual
Nunca vi
Com esse poder
Outra cidade não há
Não consigo pensar em duas
É muito fácil sentir
A mão de Deus em tudo
Em Copacabana
O Rio bate um bolão
Garotas que passam têm lugar na canção
Tudo está ali
Pra quem sabe o que é bom
Ninguém mais esquece o réveillon
Fevereiro e marçoÉ tempo de carnaval
O Rio que traço
É o lugar natural
Pras coisas do amor
Do jeito que se quer
Tamanho o esplendor da mulher

01 outubro 2009

Vídeo institucional do Comitê Rio 2016

Sem dúvida, o melhor vídeo, a melhor cidade!!

O Rio de Janeiro continua lindo!!